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"CLIC".

Vivemos tempos difíceis. Não sei bem ao certo se são os tempos que são difíceis ou as pessoas que vivem neste tempo que o fazem difícil. Venho de um tempo ou, melhor dizendo, de um milênio, em que as relações eram conservadas por mais que a vontade falasse ao contrário. Venho de um tempo sem redes sociais, sem aplicativos de relacionamentos em que, a verdadeira e genuína forma de convivência era a do olho no olho.

As facilidades da modernidade trouxeram muitos avanços civilizatórios e, da mesma forma, conquistas libertadoras. Por outro lado, trouxe o processo de descartabilidade, ou parafraseando o Zygmunt Bauman, trouxe um processo de liquidez as relações. Relações essas não somente humano-afetivas, mas, relações que a qualquer momento pode ser drenada num processo de substituição.

O ato de substituir ficou mais fácil. Fato demonstrado no gravado filme “CLIC”, lançado no Brasil em 11 de agosto de 2006, tendo como seu protagonista o ator Adam Sandler, que em seu papel idealizava um arquiteto frustrado com a sua realidade e, ao conhecer um invento propiciava, com apenas um CLIC, o transporte a qualquer modo ou desejo por ele intencionado.

O anseio por um ideal perfeito que agrade o conjunto social faz com que famílias se dissolvem sem ao menos tentarem uma forma de reinventar-se. Faz relacionamentos sucumbirem por intermédio de falas taquigrafadas em aplicativos de comunicação telemática. Faz pessoas desistirem de pessoas por essas não contemplarem a fantasiosa lista de um currículo perfeito. O que será que é o Perfeito nos dias de hoje?

Penso que ser tratar de perfeição é uma questão dramática do próprio egoísmo do próprio Ser. Ser perfeito para alguém é ser o seu próprio reflexo no espelho das águas que banham o rosto. Isso é impossível. Todos somos imperfeitos e, da nossa imperfeição penso que, buscar complementar com o outro naquilo que nos falta é uma questão de inteligência emocional.

Este texto é mais uma autocritica das falhas e deserções cometidas por um míope sentimental. Não enxergar o que está diante do próprio nariz nos faz e, me fez, cometer erros que só o tempo poderá corrigir. De outro lado a supremacia do Ego também impede o realinhamento de algo que, até onde critérios maiores eram lavados com relevância, fossem dissolvidos aos moldes do texto do livro Amor Liquido do já nominado Zygmunt Bauman, sociólogo e filósofo polonês.

Penso que as próximas gerações poderiam ser alimentadas com mais elementos lúdicos e menos tecnologias para que, diante de um descompasso, saibam sobrepor critérios humanísticos aos critérios tecnicistas desprovidos de sensibilidade.

Escrito em pensamento de desabafo mental – Sílvio Mascarello Senrra – 2022, acreditando numa Humanidade mais Humana e mais reconhecedora dos valores basilares da vida moral e ética.

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MÃES NO CÁRCERE

A presente reflexão vem com foco direcionado principalmente na tentativa de entendimento posterior compreensão da real situação maternal das mulheres encarceradas no sistema prisional. O direcionamento focal esta principalmente e especificamente nas mulheres que possuem a maternidade como condição diferenciadora dentro do sistema prisional. A proposição tem em suas fases de reflexão, o uso da lupa social como peneira estruturante do desdobramento da concepção materna frente ao futuro longe de seu filho e, noutro polo de pensar, a fase que estrutura o estabelecimento prisional como sendo um dos primeiros locais de criação e desenvolvimento da criança. Como premissa fundamental, o local onde o encarceramento é o motivador da permanência periódica na rotina das mulheres em processo de gestação, das parturientes e até aquelas que já desempenham o papel fático de serem mães. Buscar a delimitação do cenário mais fiel possível quanto a como lidar com o fato de serem mães e, estando estas privadas de sua liberdade, a relação de como pensam ser o futuro e o desenvolvimento de seus filhos. Sob a ótica do encarceramento, seria uma casa prisional o local adequado para o crescimento de uma criança na ótica da mãe presa? Preferiria esta mãe o afastamento precoce de seu filho? Até que ponto o vínculo materno é importante dentro de um ambiente insalubre para a criança? Este é o ponto que faz pensar qual a melhor, isso se for possível falar em qualidade, forma de encarar a gravidez e a maternidade dentro da prisão. Até que ponto o subjetivismo envolvido é bom para a mãe, e só para a mãe ou, para a criança também se faz importante este processo.Pensar na relação de mãe e filhos em ambiente, salubre ou não, levam a transportar nosso pensamento para as efetivação das condições psicológicas desta relação familiar. Aspecto relevante de como o desenrolar das questões que decorrem do próprio estado das coisas é capaz de amenizar um sofrimento ou, gerar outro. Questão esta que ultrapassa o discernimento da relevância prática e, penetram na estrutura da psique humana. Consolidar um pensamento ou uma forma de agir, passa por entender as reações fragmentadas na decorrência desta estruturação de vínculo. Vínculo este aqui representado pelo pulsante Amor materno. O amor que escolhe encarcerar o seu próprio filho objetivando uma pseudocriação e o reconhecimento da figura materna como objeto indissociável da estrutura referencial. É o cárcere o lugar para esta criança? O papel da dignidade da pessoa humana não ficaria relativizado frente a colocação precoce do recém nascido dentro de um ambiente hostil?A presente reflexão vem com foco direcionado principalmente na tentativa de entendimento posterior compreensão da real situação maternal das mulheres encarceradas no sistema prisional. O direcionamento focal esta principalmente e especificamente nas mulheres que possuem a maternidade como condição diferenciadora dentro do sistema prisional. A proposição tem em suas fases de reflexão, o uso da lupa social como peneira estruturante do desdobramento da concepção materna frente ao futuro longe de seu filho e, noutro polo de pensar, a fase que estrutura o estabelecimento prisional como sendo um dos primeiros locais de criação e desenvolvimento da criança. Como premissa fundamental, o local onde o encarceramento é o motivador da permanência periódica na rotina das mulheres em processo de gestação, das parturientes e até aquelas que já desempenham o papel fático de serem mães. Buscar a delimitação do cenário mais fiel possível quanto a como lidar com o fato de serem mães e, estando estas privadas de sua liberdade, a relação de como pensam ser o futuro e o desenvolvimento de seus filhos. Sob a ótica do encarceramento, seria uma casa prisional o local adequado para o crescimento de uma criança na ótica da mãe presa? Preferiria esta mãe o afastamento precoce de seu filho? Até que ponto o vínculo materno é importante dentro de um ambiente insalubre para a criança? Este é o ponto que faz pensar qual a melhor, isso se for possível falar em qualidade, forma de encarar a gravidez e a maternidade dentro da prisão. Até que ponto o subjetivismo envolvido é bom para a mãe, e só para a mãe ou, para a criança também se faz importante este processo.Pensar na relação de mãe e filhos em ambiente, salubre ou não, levam a transportar nosso pensamento para as efetivação das condições psicológicas desta relação familiar. Aspecto relevante de como o desenrolar das questões que decorrem do próprio estado das coisas é capaz de amenizar um sofrimento ou, gerar outro. Questão esta que ultrapassa o discernimento da relevância prática e, penetram na estrutura da psique humana. Consolidar um pensamento ou uma forma de agir, passa por entender as reações fragmentadas na decorrência desta estruturação de vínculo. Vínculo este aqui representado pelo pulsante Amor materno. O amor que escolhe encarcerar o seu próprio filho objetivando uma pseudocriação e o reconhecimento da figura materna como objeto indissociável da estrutura referencial. É o cárcere o lugar para esta criança? O papel da dignidade da pessoa humana não ficaria relativizado frente a colocação precoce do recém nascido dentro de um ambiente hostil?

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